terça-feira, 17 de maio de 2022

Café com Gibi 58: Razão da Existência

 

Podcast, café com gibi, oldie nerd, Zima, blue, robots, death,



Nesse episódio:

Debatemos através da ótica do artista Zima Blue a razão do viver e o propósito de cada individuo.

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Aí nerds malditos, gostou?

Então...

...Não esquece de comentar em algum lugar pra gente saber que tem alguém escutando essa bagaça, seu vagabundo.

sábado, 14 de maio de 2022

A Vida e a História de Madam C.J. Walker
analise,Cinema e tv,Review,Parceiros,netflix,c j walker, madame,

Texto do camarada, Jesus, nick Etrigunn lá do Wasd Space 

A Vida e a História de Madam C.J. Walker
Self Made: Inspired by the Life of Madam C.J. Walker
2020
191 min / 4 episodios

Madam C.J. Walker conta historia real inspiradora




Madam C.J. Walker (Octavia Spencer), a primeira mulher a ficar milionária por conta própria nos Estados Unidos, segundo o Guinness Book. 

A cada episódio, acompanhamos como a madame saiu do trabalho de lavadeira até fundar a maior linha de produtos de beleza para mulheres negras da década de 20.

Estressada com seu casamento corrosivo, Sarah Breedlove (nome de nascença) compra um produto milagroso para seus cabelos.

Produto esse que é vendido na sua porta por aquela que se tornaria sua maior rival. 

Sim, a série fala mais do trajeto empresarial dela. Por sinal, para quem gosta de histórias de empreendedorismo, é um prato cheio. Porém, a qualidade mesma está nos pontos pessoais da vida de Sarah.


Os problemas raciais de terras americanas no início do século ficam um pouco escondidos na trama.
Quando vão em um cinema que tem uma placa escrita “somente negros”. Quando citam que a polícia pode aparecer e prender a madame em um evento de sua marca e por aí vai. 

Somente no final da série vemos um acontecimento realista o suficiente relativo as questões raciais. 

No mais, vemos uma mulher negra
tentando vencer o machismo. Tentando vencer a concorrencia. Se adaptando a uma sociedade com brancos no poder econômico.


Ainda assim, o que aparece é uma boa relação direta entre as raças. Porém, até mesmo uma cena em que, o presidente da associação de empresários negros que é branco, aponta uma pistola para o marido da dela é suprimida. Essa situação é
relatada verbalmente.

Em todos os pontos de virada de seus negócio, brancos são peças chave. Aí sim fica
subentendido a dependência racial para o crescimento nos negócios. 

Ela se adapta a esse mundo. Sendo uma história verídica, se isso aconteceu dessa forma, ok. 

O problema é que se trata de arte. Arte tem que provocar o seu observador. Por que não de uma forma política inerente aos dias atuais? Respeito ao biografado? Talvez. 

Me pareceu um pouco de receio.

É uma história importante, real, sobre como podemos achar caminhos no meio de dificuldades
extremas.
NOTA: 8… faltou afronta a uma sociedade que continua doente.



sábado, 30 de abril de 2022

Seinfeld a série sobre" nada" que mudou tudo

Série, resenha, review, seinfeld, netflix, streaming, televisão, comedia, Kramer, oldie, nerd

Você que gosta tanto de séries  talvez não saiba, mas se hoje em dia as séries de televisão alcançaram o nível de qualidade e público que estão, saiba que tudo se deve a uma série do final dos anos 80 chamada Seinfeld.


Seinfeld, a série de comédia que mudou todas as outras


Saiba que séries como Friends, Two and Half-man,  Big Bang Theory  entre tantas outras talvez não existissem se não fosse Seinfeld.

A série estreou em 1988 no canal gringo NBC  e contou com 9 temporadas,  foi criada pela dupla Jerry Seinfeld e Larry David. Além de roteirizar os episódios Jerry  também estrelava a série interpretando  ele mesmo: um comediante stand-up, Julia Louis-Dreyfus como Elaine, amiga e ex-namorada de Seinfeld, Jason Alexander como George, o amigo de infância e  Michael Richards  como Kramer, o vizinho maluco.





A série teve um começo tímido nos níveis de audiência, sendo quase cancelada inúmeras vezes.

 Mas conforme as temporadas foram passando o público, ao que parece, começou a entender melhor o humor de Seinfeld (muito diferente do que se via naquela época na televisão) e então na quarta temporada, veio o grande estouro e Seinfeld se tornou a série queridinha da America. 

Seinfeld sucesso absoluto, tem até hoje audiência não  igualada


Para se ter uma ideia do sucesso alcançado pela série , na exibição de seu último episódio em 1998, a audiência chegou ao numero de 76 milhões de pessoas, número esse jamais alcançado por qualquer outra série novamente.


Os roteiros de Seinfeld giravam em torno de situações cotidianas (que muitos de nós já nos deparamos) e nossas atitudes (por vezes) pouco inteligentes para resolvê-las.

Era sobretudo um olhar cômico sobre nossas odisseias do dia-a-dia, como ficar em uma sala de espera do restaurante (que rendeu todo um episódio), não se encontrar com os amigos em tal lugar como foi combinado, e perder o carro no estacionamento do shopping (quem nunca).

Seinfeld representava ele mesmo, sempre com um olhar sarcástico e bem humorado para nossas manias e loucuras diárias.



Seinfeld no final dos anos 80 conseguiu uma certa notoriedade na televisão Americana em programas de entrevistas, o que levou a NBC a convidá-lo para fazer à série.

 Em torno dele giravam:


 George, o amigo neurótico e inescapavelmente azarado e por consequência mentiroso, com manias e jeitos de resolver as coisas das maneiras mais inesperadas, sempre inventando histórias para se salvar de algo (que inevitavelmente acabavam piorando ainda mais as coisas).

Personagem inspirado totalmente em Larry David, o co-criador da série que de fato é assim.


Larry David devido a problemas com a emissora, saiu na 7 temporada, e teve sua própria série na HBO, "Larry David Curb Your Enthusiasm" (hoje disponivel na HBO MAX) onde ele interpreta ele mesmo, essa série com certeza vale a pena ser vista.



Elaine que trabalha ao menos na maior parte da série como revisora de uma editora.

Sempre às voltas com problemas românticos, ela  chegou a desmanchar namoros por tudo que é tipo de besteira como: ao anotar um recado, o namorado, não usou um ponto de exclamação onde ela achava que deveria haver um.

Kramer o vizinho amalucado e com muitas ideias (pouco convencionais), Richads ficava a cargo da comédia física da série com suas impagáveis caretas e trejeitos corporais.
Esse personagem foi baseado no verdadeiro vizinho de Larry David.

Seinfeld depois de Seinfeld 


Após a série acabar todos atores, com excepção de Seinfeld, tiveram suas próprias séries: Jason Alexander com Bob Patterson,  Michael Richards com Michael Richards Show e Julia Louis Dreyfus com The New Adventurres of Old Cristinna e Veep.

De todas as tentativas, foi a garota da turma que se saiu melhor com New Adventures..., conseguindo algum sucesso (teve 5 temporadas) e Veep. Em ambas ela conseguiu ganhar o Emmy de melhor atriz em série de comédia (2006 e 2015).


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Onde Seinfeld foi o divisor de águas para séries de TV ?


Pois foi com o sucesso de Seinfeld,  os produtores e big shots dos canais  se deram conta que poderiam oferecer para sua audiência roteiros e historias tão boas quanto o cinema, que não precisavam fazer algo mais simples ou com menos qualidade, pois temiam que algo com mais carga intelectual não fosse consumível para o público de televisão.


Foi exatamente onde ganhamos com Seinfeld: os roteiros se tornaram melhores e conseguiram sair daquilo que aqui no Brasil chamávamos de "enlatados americanos".

Seinfeld foi a primeira série onde os atores chegaram a ganhar 1 milhão de dólares  por episódio.



Isso também significa mais investimentos em produções de série, e assim ( graças a esse salto de qualidade) devido a Seinfeld é possivel ver coisas como Game of Thrones, com uma Produção gigantesca e cara,  que 20 anos atrás seria impensável para um show de TV.

Além de inúmeras indicações à prêmios Seinfeld ganhou: 3 Globos de Ouro, (série, atriz e ator de comedia), e 10 Emmys (série, atriz, ator coadjuvante, direção, roteiro, entre outros).

Lembrando que Seinfeld está disponível na Netflix.

PS: Seinfeld ainda por cima tem o melhor episódio de série de comédia de todos os tempos!!!(eleito pela TV guide) " the contest" da quarta temporada.




sexta-feira, 15 de abril de 2022

O Poço - Mini Analise wasd

O Poço, filme, resenha, review, cinema, netflix, espanhol, social, comunismo, capitalismo, comida, escassez, oldie, nerd, cinema netflix


Texto por André, de apelido Jesus, nick Etrigunn do Wasd Space 


O Poço
El Hoyo
2019
Direção: Galder Gaztelu-Urrutia
94 min

O Poço é um filme de gênero que vem arrebatando as atenções nas últimas semanas. Talvez pelo momento em que vivemos, presos em casa durante a quarentena do corona vírus em 2020. 
Talvez pela discussão sobre comprar tudo que pode para o isolamento e não deixar nada para os outros. Talvez a questão social seja uma alegoria que permeia a mente de quem vê essa peça. Não sei...

O Poço, uma salada de ideias

O filme (disponível na Netflix) é  uma salada de ideias muito grande e muito complexa. Apesar da trama ser bastante simples:

Quem está embaixo come os restos de quem está no andar de cima por um mês. Depois,
muda aleatoriamente o andar da pessoa e do seu companheiro de cela. Mudando assim, a
oferta de alimento.


O que chama atenção é como o filme te traz muitas questões sem ser massante.
Não perdemos o interesse nos personagens e nas suas relações apesar da ânsia por respostas.

Creio que o espectador se vê preso como os personagens, assim, aparece o conformismo.
No momento que começa a aparecer as respostas, elas são alegorias da narrativa.

Não tem uma explicação realista sobre o que acontece. É uma discussão sobre como somos egoístas dentro de uma sociedade.


Filme da Netflix faz algo de crítica social mas é só isso?


"As mudanças não são espontâneas" essa frase é bastante dita ao longo de todo o filme. Sabemos que o estado, o sistema, tenta nos guiar. As leis, a polícia, tudo
tenta manter os humanos longe dos seus instintos primais. Até a própria religião, aqui representada pelo cristianismo.

Tudo testa as pessoas naquela condição de desigualdade extrema. Ao passo que ideias mais claras são impostas pela narrativa do meio para o final e justamente no final, temos um pingo de otimismo, de pureza.

Recebemos explicações práticas para logo em seguida, sermos jogados em um final aberto.
E fim.


Diretor de o Poço tenta explicar o filme como critica, mas não somente crítica ao capitalismo


O diretor do filme Galder Gaztelu-Urrutia, em entrevista ao Digital Spy, conta o que ele quis dizer com o desfecho: e vai muito além da mera crítica ao capitalismo que muitos apontaram:

"Com certeza achamos que é necessária uma melhor distribuição de riquezas, mas o filme não é estritamente sobre capitalismo"...

..."Pode haver uma crítica ao capitalismo no início, mas mostramos que assim que Goreng e Baharat tentam convencer os outros prisioneiros a adotar o socialismo e deliberadamente dividir a comida, acabam matando metade das pessoas que eles queriam ajudar".



O Poço é a história de outro cabeludo meio comunista 


O protagonista por si só é o elo entre a mensagem do filme, ou melhor, o mensageiro. 

Sim, aquele mensageiro, barbudo e ensanguentado que passou por uma longa provação e teve que sacrificar no final. 
Sim, o de sempre.

NOTA: 8… muito bem produzido, mas esperava algo novo como discurso. É, é bom.

quarta-feira, 28 de julho de 2021

He-Man e os Mestres do Universo - Salvando Eternia
Heman, salvando eternia, rewiew, é bom? Destruiu a minha infância,oldie nerd,

Texto do nosso camarada Marcelo Neves, encontre ele lá no Facebook, twitter ou no instagram

Na boa, não tem o que reclamar da nova animação de He-Man!

Interpretando bem, ela continua a clássica e explica a existência de vários elementos que nunca haviam sido explicados; algo maravilhoso para quem cresceu, amou o desenho e nunca obteve respostas sobres estes elementos, pois eles nunca foram abordados.

Tirar os holofotes do He-Man e deixar o mundo de Eternia à frente de tudo foi a decisão correta para desenvolver uma trama mais complexa, podendo entregar algo mais palpável para um nerd de 35 anos - falo por mim -, do que vários episódios soltos, com uma mensagem e moral da história no final.

Não tiro o mérito que a série clássica conseguiu; mas não acredito que seu formato fosse algo que iria me satisfazer hoje. Explicações de elementos do mundo nunca antes explorados e uma trama mais elaborada, com direito até a um plot twist; com certeza foram as decisões que me fizeram amar estes 5 episódios.




terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Café com Gibi 27: 2019 retrospectiva
Café, com, gibi, Podcast, Oldie, nerd, filmes, séries, quadrinhos


Salve pessoal do outro lado. Depois de um hiato, voltamos com o podcast mais varzeano dessa podosfera sem porteira e pra falar um pouco do que assistimos nesse ano de 2019.

Luciano xaba, Giovanni Benedito e Vinícius Vidal, relembram alguns filmes e já metem aquela indicação marota.

Também estamos iniciando um novo formato, sem cortes, criando assim uma dinâmica mais próxima a uma conversa entre amigos.
E mais:
-Como é os prazos de entrega?
-O que dizer sobre Star Wars?
Vinícius Vidal do Salvando Nerd
Giovanni Beneditto do Projeto Seis
Luciano Xaba






  

Não esqueça de comentar, qual filme você viu este ano que recomenda?