segunda-feira, 15 de julho de 2024

The Outsider: Série baseada em livro de Stephen King

 

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domingo, 16 de abril de 2023

Canal do Oldie Nerd: novos programas, novo formato

 

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O canal do Oldie Nerd está com novos quadros em novo formato e vídeos novos todos os dias!!! Agora todoa os programas em formato de shorts, rápidos, divertido e informativos. De segunda à sexta um vídeo novo pra você.

Confere aí a programação completa.


Enquadrando (segunda-feira)

Comece a semana bem informado sobre algum tema nerd. Nesse programa escolhemos nossos assuntos, filmes, séries e quadrinhos que mais gostamos e falamos um pouco sobre ele. A ideia é ser um ponto de partida pra quem conhecer mais sobre eles.

Link para o Enquadrando


Oldie Trailer (terça-feira)

Trailers dos nossos clássicos e favoritos do Cinema. Filmes vintages e cults pra gente relembrar.

Link para o Oldie Trailer


Top 6 (quarta-feira)

Nesse programa do canal Oldie Nerd nós aqui da redação elegemos os nosso melhores 6 alguma coisa. Vale para o espectador recordar alguma obra ou mesmo conhecer coisas novas.

Link para o Top 6


Melhores cenas (quinta-feira)

As melhores cenas de filmes e séries você encontra aqui! As melhores tomadas, melhores lutas e diálogos que realmente fazer aquele filme ou série virarem inesquecíveis (ao menos para nós aqui da redação do Oldie Nerd).

Link para as Melhores Cenas


Gibiteca (sexta-feira)

Sabe aquele costume de folhear o gibi antes de comprar? Então, aqui na Gibiteca virtual do Oldie Nerd você dá aquela olhada rápida nos nossos quadrinhos favoritos, veja a arte e a dinâmica da narrativa, se gostar é só ir atrás da Hq completa.

Link para a Gibiteca


Pra anotar e não esquecer:

Segunda: Enquadrando

Terça: Oldie Trailer

Quarta: Top 6

Quinta: Melhores Cenas 

Sexta: Gibiteca

Link para o canal Oldie Nerd clique aqui

Assine o canal do Oldie Nerd, em breve mais novidades! 



sexta-feira, 24 de março de 2023

Melhores Cenas: novo formato para achar as cenas icônicas do Cinema

 

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O programa "Melhores Cenas" mudou para o formato de shorts, agora somente o melhor do melhor no Canal do YouTube da Oldie Nerd.

Toda Sexta-Feira ao meio dia, as cenas que causaram sentimentos e deixaram saudades. Cinema, séries, animes, novidades e clássicos. Confira no link direto para a playlist no nosso canal: 

Playlist do Melhores Cenas clique aqui

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Café com Gibi 67: Expectativas S4 True Detective
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 Nesse episódio:

Lucas e Giovanni revelam suas expectativas sobre a nova temporada de True Detective.

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Aí nerds malditos, gostou?

Então...

...Não esquece de comentar em algum lugar pra gente saber que tem alguém escutando essa bagaça, seu vagabundo.

A Sociedade de Star Trek é Comunista?


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Texto do amigo Eduardo Pacheco Freitas, Historiador

A Federação  é comunista?

O questionamento presente no título desse texto é, frequentemente, objeto de debates entre os fãs de Star Trek ou até mesmo de ficção científica em geral.
Vale lembrar que Star Trek é uma série diferente das outras produções do mesmo gênero, já que nos apresenta um futuro utópico em vez dos onipresentes futuros distópicos do nicho da ficção científica. 

Por isso mesmo, é natural que surjam especulações sobre a natureza dos sistemas políticos, econômicos e sociais representados pela Federação Unida de Planetas.



Afinal de contas, se a distopia é nitidamente derivada do horror e do colapso final capitalista, a utopia seria a sua antítese comunista.

Sociedade Comunista seria a base das atividades da Frota Estelar?


Antes de procurarmos responder diretamente à pergunta-título, é necessário considerarmos que Star Trek é um produto da grande e poderosa indústria cultural estadunidense.

Como tal, tem como objetivo o lucro. Tem como finalidade ser vendida no mercado interno e externo, gerando também toda uma cadeia rentável de produtos derivados, como quadrinhos, livros, roupas, colecionáveis, grandes eventos, cruzeiros...

É um negócio lucrativo para os detentores da marca Star Trek e também para uma infinidade de outros empresários em todo o mundo.



É possível falarmos ainda assim de uma sociedade comunista que seria a base das atividades da Frota Estelar e portanto da maior parte dos personagens vistos na tela?

É possível que, por trás de um produto típico da indústria cultural capitalista, ainda assim esteja escondida (ou nem tanto assim) uma ética comunista?

Nem tanto ao céu (ou espaço), nem tanto à terra.

Star Trek, por ser produto de uma grande empresa, sempre carregará traços maiores ou menores da sua filosofia. 

Mas a empresa não faz nada sozinha. 
Quem cria Star Trek são os trabalhadores intelectuais e os técnicos. Dentre os principais trabalhadores por trás do sucesso de Star Trek estão os roteiristas. 

Eles estão no centro da produção. E, como temos visto ao longo de cinco décadas, eles são em geral bastante críticos.



É a crítica social desenvolvida por gerações de roteiristas envolvidos com Star Trek que formatou a ficcional Federação Unida de Planetas e os seus valores de igualdade, liberdade, tolerância, cooperação e paz.

É a insatisfação desses roteiristas com o presente - com o ethos capitalista e imperialista - que os levou a criar, olhando para o futuro, uma das mais importantes marcas de Star Trek: a crítica ao capitalismo e o sonho de uma sociedade pós-capitalista. Ambas estão amalgamadas na Federação.

Gene Roddenberry, criador de Star Trek, era comunista?



Gene Roddenberry foi o primeiro a concebê-la como uma sociedade onde os seres humanos, convivendo com diversas espécies alienígenas (representações da diversidade étnica e cultural da humanidade) superaram as primitivas formações sociais baseadas na acumulação de riqueza. 

Podemos dizer que Roddenberry era um comunista? Não. Mas seu sonho aproxima-se de maneira impressionante ao comunismo.


Na Federação Unida de Planetas os valores principais giram em torno da cooperação e do conhecimento. 

O comandante Benjamin Sisko já elucidava essa questão logo no primeiro episódio de Deep Space Nine:

"A coisa mais importante a entender sobre os seres humanos é que o desconhecido define nossa existência. Estamos constantemente procurando, não apenas respostas a nossas perguntas, mas novas perguntas. Somos exploradores. Exploramos nossas vidas dia a dia , e exploramos a galáxia, tentando descobrir as fronteiras de nosso conhecimento, e é por isso que estou aqui — não para conquistá-los com armas ou ideias, mas para coexistir… e aprender". (DS9, Emissary, 1993).


Star Trek: Comunismo internacional e interplanetário


Além disso, a Federação se distingue por aquilo que chamaríamos dentro do movimento comunista de internacionalismo.

Ou seja, a busca por uma grande união de povos que têm como objetivo o bem comum da humanidade. Sem exploração entre homens e nações. “Uma terra sem amos: a Internacional”, descreve poeticamente o hino dos comunistas. 

Porém, o comunista sabe que o internacionalismo não é sinônimo de homogeneização cultural. Ele convive perfeitamente com as identidades nacionais, que jamais são suprimidas em benefício de um ideal abstrato de comunismo. 

Domenico Losurdo, apoiado em Gramsci, esclarece a questão: “O internacionalismo não tem nada a ver com o desconhecimento das peculiaridades e identidades nacionais que continuarão a subsistir muito depois da queda do capitalismo” (LOSURDO, 2004, p. 121–122).

Não é isso a Federação? Mas alguns críticos, pensando nesta, que claramente apresenta formas estatais, argumentarão: “na sociedade comunista o Estado deixa de existir”.



Esta é uma visão utópica e messiânica do comunismo. Ela remete ao fim da história e de toda e qualquer contradição que adviria do mundo comunista. 

Com o término das contradições capitalistas novas contradições apareceriam, sem dúvida menos intensas e cruéis como as atuais. Mas ainda existiriam. 

Há a ideia de que o Estado surge na sociedade civil e se opõe a esta, sendo, por fim, reabsorvido por essa no comunismo.

Gramsci coloca em discussão a tese de extinção do Estado apontando que a própria sociedade civil é uma forma de Estado.

Além disso, é lícito pensar que com o desenvolvimento da sociedade comunista a função repressora do Estado tende a desaparecer dando lugar às funções econômicas e culturais, que percebem enorme progresso. Obviamente, alguma forma de coerção, ainda que mínima, continuará existindo.



Não é exatamente essa forma de Estado que encontramos representada na Federação Unida de Planetas? 

Ela não é uma associação de centenas de civilizações, com diferenças culturais consideráveis, porém unidas em um propósito de cooperação e paz? 

Uma reunião de povos sob a mesma bandeira, sob um governo central (Conselho da Federação) porém cada um deles mantendo sua própria língua, cultura, práticas ancestrais etc.?

Esta total liberdade cultural que vigora sob uma única bandeira pode ser verificada tanto em nível galáctico (basta pensar em vulcanos, humanos, andorianos, telaritas etc.) quanto na Terra, quando vemos Joseph Sisko com sua culinária creole ou Picard produzindo seu vinho tipicamente francês.

Ao mesmo tempo não constatamos que o Estado conhecido como Federação Unida de Planetas deixa de lado a repressão e investe na aquisição de conhecimento e no compartilhamento de suas descobertas?

Evidentemente, há o caso dos Maquis, que possuem uma causa justa, contra o imperialismo cardassiano associado momentaneamente à Federação e são reprimidos por esta última. 



Mas não é essa uma exceção (embora vergonhosa) e que cabe perfeitamente nas contradições que ainda não cessaram e no processo de longa duração de implementação de uma sociedade não opressiva? 

De qualquer forma, lembremos que a coerção ainda existirá - mesmo que diminuta - como de fato existe na Federação.

Star Trek, Comunismo e Sociedade Pós-Capitalista



Como visto, ao perguntarmos se a Federação é uma sociedade comunista encontramos muitas dificuldades pelo caminho.

Desconsiderando os fãs incapazes de compreender que, no mínimo, a Federação assume a forma de uma sociedade pós-capitalista, alguns comunistas — em geral aqueles que atacam as revoluções russa, chinesa, vietnamita, coreana e cubana — entenderão que a resposta é não.

Afinal, para eles, não é possível o comunismo com Estado e o comunismo nacionalista, que preserva e sustenta a cultura nacional, sobretudo frente ao imperialismo.

Já para um outro tipo de comunista, dentre os quais me incluo, a resposta poderá ser afirmativa.


 
A Federação é uma forma de Estado que promove a igualdade e a liberdade como valores coetâneos e complementares, existindo como ente econômico, cultural e político pertencente a diversos povos associados. 

Embora nela ainda exista um mínimo de coerção, não há mais espaço para a opressão de classe ou contra identidades nacionais, elementos indissociáveis e indispensáveis para a construção do comunismo.


Referência

LOSURDO, Domenico. Fuga da história? A revolução russa e a revolução chinesa vistas de hoje. Rio de Janeiro: Revan, 2004.

***

Eduardo Pacheco Freitas é professor e historiador. Apresenta o canal "Apenas um Trekker".

É autor de Star Trek: Utopia e Crítica Social (2019) e O’Brien deve sofrer! (2021).

Os livros podem ser encontrados no link a seguir: https://linktr.ee/livrosstartrek

Eduardo Pacheco Freitas
Historiador (CRP-023/RS)


quarta-feira, 4 de maio de 2022

A Lenda - Mini Analise wasd

 

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Texto do camarada Jesus, nick Etrigunn lá do Wasd Space 

A Lenda
Legend
1985
Ridley Scott
94 min

O Filme "A lenda" de 1985, apesar de ser a principal influência para a criação da série de jogos The Legend of Zelda e um filme do aclamado diretor Ridley Scott, esse filme tem sérios problemas de montagem. A ponto de ser incompreensível o que acontece em certas cenas. O som em algumas cenas também é bem mal feito, falta o som de alguns objetos ou personagens. Enfim, problemas pontuais. No mais, temos uma arte primorosa.

A Lenda tem forte influencia dos livros de J.R. Tolkien 


Maquiagens e figurinos melhores que em muito filme de hoje em dia. Além de um Tom Cruise, que dispensa apresentações, inspirado em início de carreira e Mia Sara, a eterna Sloane de Curtindo a Vida Adoidado (do ano seguinte, 1986).

O filme em si é uma ode ao folclore pagão europeu, ou seja, mais uma cria de Tolkien.

Então, vamos a ligação com o jogo. No filme temos uma princesa humana que interagem com os seres da floresta. Um deles é Jack, um menino elfo. Este se veste basicamente com um roupa de folhas, como Peter Pan. 


Aí já temos a base de Legend of Zelda. Fora o fato da Zelda não ser humana.

Obviamente ele tem que resgatar a princesa da mão do Senhor da Escuridão(Tim Curry), aqui um diabão bem loco, não o nosso amado vilão das costeletas, Ganondorf. 

Ele tem a ajuda de outros seres mágicos como um fauno, mas nada que me lembre o videogame. O que não ficou de fora é a cena do Link, digo, Jack sendo acordado pela Sininho, digo, pela fada Oona. Ou seria a Navi?


A semelhanças não passam muito disso. Até existe uma espada especial e uma armadura.
Mas a espada some em certo momento do filme. Literalmente some. Não é que alguém lança uma mágica ou algo do tipo, não. Ela simplesmente não é mais usada. 

Acho que a produção perdeu o prop, só pode. Pelo menos, deve ter inspirado um jovem Shigeru Miyamoto a criar a Master Sword.

NOTA: 8 ...apesar dos inúmeros problemas, ainda é um filme que marcou época e o estilo de fantasia sombria dos anos 80 e 90. 

Ainda deve aparecer mais filmes desse estilo por aqui. E claro, esses pequenos elementos serviram de referência na criação de uma das maiores e melhores séries de jogos de todos os tempos.

Legend, A Lenda, inspirou The Legend of Zelda, que por sua vez inspirou todo o resto.



sábado, 30 de abril de 2022

Seinfeld a série sobre" nada" que mudou tudo

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Você que gosta tanto de séries  talvez não saiba, mas se hoje em dia as séries de televisão alcançaram o nível de qualidade e público que estão, saiba que tudo se deve a uma série do final dos anos 80 chamada Seinfeld.


Seinfeld, a série de comédia que mudou todas as outras


Saiba que séries como Friends, Two and Half-man,  Big Bang Theory  entre tantas outras talvez não existissem se não fosse Seinfeld.

A série estreou em 1988 no canal gringo NBC  e contou com 9 temporadas,  foi criada pela dupla Jerry Seinfeld e Larry David. Além de roteirizar os episódios Jerry  também estrelava a série interpretando  ele mesmo: um comediante stand-up, Julia Louis-Dreyfus como Elaine, amiga e ex-namorada de Seinfeld, Jason Alexander como George, o amigo de infância e  Michael Richards  como Kramer, o vizinho maluco.





A série teve um começo tímido nos níveis de audiência, sendo quase cancelada inúmeras vezes.

 Mas conforme as temporadas foram passando o público, ao que parece, começou a entender melhor o humor de Seinfeld (muito diferente do que se via naquela época na televisão) e então na quarta temporada, veio o grande estouro e Seinfeld se tornou a série queridinha da America. 

Seinfeld sucesso absoluto, tem até hoje audiência não  igualada


Para se ter uma ideia do sucesso alcançado pela série , na exibição de seu último episódio em 1998, a audiência chegou ao numero de 76 milhões de pessoas, número esse jamais alcançado por qualquer outra série novamente.


Os roteiros de Seinfeld giravam em torno de situações cotidianas (que muitos de nós já nos deparamos) e nossas atitudes (por vezes) pouco inteligentes para resolvê-las.

Era sobretudo um olhar cômico sobre nossas odisseias do dia-a-dia, como ficar em uma sala de espera do restaurante (que rendeu todo um episódio), não se encontrar com os amigos em tal lugar como foi combinado, e perder o carro no estacionamento do shopping (quem nunca).

Seinfeld representava ele mesmo, sempre com um olhar sarcástico e bem humorado para nossas manias e loucuras diárias.



Seinfeld no final dos anos 80 conseguiu uma certa notoriedade na televisão Americana em programas de entrevistas, o que levou a NBC a convidá-lo para fazer à série.

 Em torno dele giravam:


 George, o amigo neurótico e inescapavelmente azarado e por consequência mentiroso, com manias e jeitos de resolver as coisas das maneiras mais inesperadas, sempre inventando histórias para se salvar de algo (que inevitavelmente acabavam piorando ainda mais as coisas).

Personagem inspirado totalmente em Larry David, o co-criador da série que de fato é assim.


Larry David devido a problemas com a emissora, saiu na 7 temporada, e teve sua própria série na HBO, "Larry David Curb Your Enthusiasm" (hoje disponivel na HBO MAX) onde ele interpreta ele mesmo, essa série com certeza vale a pena ser vista.



Elaine que trabalha ao menos na maior parte da série como revisora de uma editora.

Sempre às voltas com problemas românticos, ela  chegou a desmanchar namoros por tudo que é tipo de besteira como: ao anotar um recado, o namorado, não usou um ponto de exclamação onde ela achava que deveria haver um.

Kramer o vizinho amalucado e com muitas ideias (pouco convencionais), Richads ficava a cargo da comédia física da série com suas impagáveis caretas e trejeitos corporais.
Esse personagem foi baseado no verdadeiro vizinho de Larry David.

Seinfeld depois de Seinfeld 


Após a série acabar todos atores, com excepção de Seinfeld, tiveram suas próprias séries: Jason Alexander com Bob Patterson,  Michael Richards com Michael Richards Show e Julia Louis Dreyfus com The New Adventurres of Old Cristinna e Veep.

De todas as tentativas, foi a garota da turma que se saiu melhor com New Adventures..., conseguindo algum sucesso (teve 5 temporadas) e Veep. Em ambas ela conseguiu ganhar o Emmy de melhor atriz em série de comédia (2006 e 2015).


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Onde Seinfeld foi o divisor de águas para séries de TV ?


Pois foi com o sucesso de Seinfeld,  os produtores e big shots dos canais  se deram conta que poderiam oferecer para sua audiência roteiros e historias tão boas quanto o cinema, que não precisavam fazer algo mais simples ou com menos qualidade, pois temiam que algo com mais carga intelectual não fosse consumível para o público de televisão.


Foi exatamente onde ganhamos com Seinfeld: os roteiros se tornaram melhores e conseguiram sair daquilo que aqui no Brasil chamávamos de "enlatados americanos".

Seinfeld foi a primeira série onde os atores chegaram a ganhar 1 milhão de dólares  por episódio.



Isso também significa mais investimentos em produções de série, e assim ( graças a esse salto de qualidade) devido a Seinfeld é possivel ver coisas como Game of Thrones, com uma Produção gigantesca e cara,  que 20 anos atrás seria impensável para um show de TV.

Além de inúmeras indicações à prêmios Seinfeld ganhou: 3 Globos de Ouro, (série, atriz e ator de comedia), e 10 Emmys (série, atriz, ator coadjuvante, direção, roteiro, entre outros).

Lembrando que Seinfeld está disponível na Netflix.

PS: Seinfeld ainda por cima tem o melhor episódio de série de comédia de todos os tempos!!!(eleito pela TV guide) " the contest" da quarta temporada.