Episódio 14 - O traço e o olhar sensível de Ana Paula Otero

 


O Coletive Som cruza fronteiras nesse episódio e vai até Portugal (via internet é claro) conversar com uma dos membros mais antigos do ColetiveArts, a ilustradora e escritora portuguesa Ana Paula Otero. 

Ana é natural de Lisboa, geminiana  do dia 10 de Junho de 1974. Desde muito cedo notou que o desenho era a sua forma de expressão preferida. A sua grande paixão sempre foram as artes, tendo estudado nessa área. Contudo, e devido à sua natureza multifacetada, acabou por formar-se em jornalismo. Dedica-se à ilustração desde 2013. Atua principalmente na área da ilustração infantil, embora não exclusivamente. Tem participado em exposições por todo o país (Portugal) e também no Brasil. Ilustrou vários livros infanto-juvenis. Integra alguns projeto culturais em Portugal (“Ajudaris”, “Recortar Palavras” e “Comunidade AEBA”), na Espanha (“Doñana Es Arte” e “Mis Maravillosos y Increíbles Cuentos”) e no Brasil (“ColetiveArts”). Além da ilustração, também é apaixonada pela escrita, dedicando-se especialmente ao público infanto-juvenil. Faz regularmente promoção de leitura, escrita criativa e artes plásticas, dinamizando workshops e ateliers, tendo sido também convidada a integrar concursos de leitura nacionais, na qualidade de júri. E é com essa alma sensível e inquieta que iremos conversar hoje. 

 
ANA PAULA OTERO

Edição: Luciano Xaba
Poesia: Cris Bastianello

Arte da capa: Jorginho
Produção: ColetiveArts e Oldie Nerd
Operador Técnico: Andreas Buhler
Galeria de Arte: Ana Paula Otero
Vídeo do Coletive: Patrícia Maciel
Para escutar episódios anteriores:



Galeria de Arte, Ana Paula Otero:


 






Vídeo do Coletive, Patrícia Maciel:




Episódio 13 - Arte negra e resistência na trajetória de Jessé Oliveira

O Coletive Som traz nessa edição Jessé Oliveira, que é  gestor cultural, professor universitário, iluminador e pesquisador em artes cênicas.

Fundador e diretor do Caixa-Preta, pioneiro no desenvolvimento do teatro negro contemporâneo gaúcho. Realizou a direção de mais de 40 espetáculos de teatro, dança e música, apresentados em todo o Brasil e América Latina. Dirigiu o espetáculo “Das Pferd des Heiligen” na Alemanha. Recebeu em 2007 o Prêmio Florêncio de Melhor Espetáculo, pela Associação de Críticos do Uruguai, por “Hamlet Sincrético”. Tem livros e artigos publicados nos campos do teatro de rua, teatro negro e produção cultural. Atualmente, cursa mestrado no PPGAC - UFRGS e é diretor do IEACEN - Instituto Estadual de Artes Cênicas do Rio Grande do Sul. Um convidado com muitas histórias a serem contadas, boa fruição!



Jessé Oliveira, nosso convidado abrindo a segunda temporada do Coletive Som - A voz da arte


Edição: Luciano Xaba
Poesia: Panda declama poesia de Carole Kummecke

Arte da capa: Jorginho
Produção: ColetiveArts e Oldie Nerd
Operador Técnico: Andreas Buhler
Galeria de Arte: Laís Cardoso
Vídeo do Coletive: Fernando Rosa (Ycaro)
Para escutar episódios anteriores:



Galeria de Arte, Laís Cardoso:






Vídeo do Coletive, Fernando Rosa (Ycaro):




Utopian Vol. 1

Eu me chamo Fábio Gesse e sou o editor-chefe do Estúdio Armon, um coletivo de artistas independentes!
O ano de 2020 finalmente acabou e não vai deixar saudades, não é mesmo?
Já nos preparando para 2021, colocamos no ar a nossa nova pré-venda do primeiro lançamento deste ano. Gostaria de apresentá-los ao mundo de Utopian, do autor Waldenis Lopes, com seu primeiro volume
!



Utopian é uma série em mangá, criada por Waldenis Lopes, um planaltinense cheio de sonhos a realizar! O mangá começou a ser criado em 2009, mas foi só em 2013 que tornou-se popular entre os quadrinhos independentes na internet. Iniciou sua jornada com a publicação na extinta revista Mangá Pride e na plataforma UPMangá. Quando o autor entrou para o Estúdio Armon, Utopian foi reformulado e passou a integrar nosso catálogo. Na obra você conhecerá um fantástico universo de magia e sentimentos!

Há sete anos, a cidade de Lot foi atacada por um grupo de mercenários que tinha como objetivo dizimar os Virtutis, a família primária dentre os tocados pelo Ar. O tempo passou e, convicto de que seu irmão escapara do massacre, Vaion parte em uma jornada para encontrá-lo, mas para isso, terá que aprender a lidar com seu passado e um poder desconhecido que habita seu interior.


Caso tenha se interessado e queira conhecer mais da obra, basta clicar no link abaixo e acessar a campanha! Esperamos você lá, porque a utopia está para começar!

















Episódio 12 - Laerte Coutinho, Piratas e outros traços

 


 

Laerte dispensa maiores apresentações ao público que conhece o seu trabalho artístico através de quadrinhos como Piratas do Tietê, Overman, Muriel/Hugo, entre outros.

Cartunista e chargista premiada, a artista nos emociona com seu olhar questionador e provocador. Ativista incansável pelos direitos dos transexuais, Laerte nos dá uma aula sobre respeito, empatia e postura política, em busca de uma sociedade mais comprometida com o direito à liberdade de todos. Um podcast de Natal pra lá de especial, que fecha com chave de ouro os trabalhos do ColetiveSom de 2020. Aproveitem!

Edição: Luciano Xaba
Poesia: Panda declama poesia de Patrícia Maciel

Arte da capa: Jorginho
Produção: ColetiveArts e Oldie Nerd
Operador Técnico: Andreas Buhler
Galeria de Arte: Laerte Coutinho
Vídeo do Coletive: Fernando rosa (Ycaro)
Paraescutarepisódios anteriores: https://anchor.fm/coletivearts


Galeria de Arte, Laerte Coutinho:



















Vídeo do Coletive, Fernando rosa (Ycaro):




Friends ou How I Meet Your Mother(HIMYM): Qual o Melhor?
Escrito por Flávio Victor

Como meu amigo pagodinho já escreveu e colocou a sua opinião então é a vez dos fãs da melhor série de comédia, com 236 episódios em 10 temporadas, começando em 22 de setembro de 1994 e finalizando em 6 de maio de 2004 terem voz.

Com uma música tema que é conhecida até hoje, I´ll Be There for You (The Rembrandts) a história de 6 jovens na cidade de Nova York tem vários momentos em que você se identifica totalmente, você se vê dentro da história e começa a perceber dar risada sozinho.
Os temas abordados são um pouco diferentes, pois a série é da época de 1994 onde não tinham celulares e os computadores eram coisas totalmente obsoletas perto do que temos hoje em dia, porém em muitos aspectos vemos algo em Friends que temos no nosso cotidiano até hoje.


Com os 6 Personagens Joey (Matt Leblanc) , Phoebe (Lisa Kudrow) Monica (Courteney Cox), Rachel (Jennifer Aniston), Ross (David Schwimmer) e Chandler (Matthew Perry) como personagens principais, a serie tem uma graça única onde fez com que ganhassem diversos prêmios consagrados*
Mas Flávio, por que essa série é melhor que HIMYM?
Como redator do Variações de um Nerd, digo a vocês, a serie tem tudo que um sitcom precisa ter, graça, momentos de emoção, romances, brigas, amizade verdadeira.


Como eu já disse em muitos momentos você irá se ver como um personagem, como por exemplo o jeito engraçado (mesmo nos momentos mais inoportunos) de Chandler, ou até mesmo no momento de paquera como o Joey, ou se você é maníaca(o) por limpeza como a Monica, caso você seja doida por compras ao ponto de ser consumista como a Rachel, ou criar músicas, massagens e loucuras a parte como a Phoebe e até mesmo o seu lado mais paternal como Ross.
Se você ainda não assistiu, sinceramente não perca mais tempo, todos os episódios legendados ou dublados, você encontra na Netflix.
Como umas das séries pioneiras no gênero de comédia, Friends um dos finais mais marcantes em sitcons fazendo com que você queira continuar assistindo, ou até mesmo fazer como eu assistir mais 8 vezes.
Seja você um Ross, ou um Joey, uma Monica, ou uma Phoebe, até mesmo uma Rachel ou Chandler, seja também um Nerd se inscrevendo no nosso canal e comentando o que você acha.
Qual você prefere e por quê? Deixe aqui suas respostas