segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Café com Gibi 76: invasão golpista

 

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No dia 08 de janeiro, o Brasil viveu a versão tupiniquim de baixo orçamento da sua invasão ao capitólio, assim como foi o fiasco nós Estados Unidos, aqui também, e pra isso, Luciano Xaba conversa com Vinícius Vidal, Antônio Bergamasco e Giovanni Oldieboy, sobre o que foi e o que vai ser e o que deveria ter acontecido na invasão golpista.

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quinta-feira, 2 de junho de 2022

Os Leões de Bagdá, conheça o emocionante Quadrinho de Brian K. Vaughan

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No ano de 2003, durante a invasão americana ao Iraque, tropas Americanas bombardearam várias cidades, entre elas é claro, Bagdá, capital do Iraque, e nesse processo, um alvo inesperado, o zoológico da cidade foi atingido, matando, ferindo e libertando alguns animais, inclusive 4 leões.

Aqui, temos uma história de ficção, Leões de Bagdá (Pride of Baghdad 2006), publicada no Brasil em 2008 e uma edição de luxo em 2018, publicada pela Panini.

Leões de Bagdá conta esse acontecimento, com olhos mais sensíveis e acompanhamos uma aventura de descobertas nas mãos de Brian K. Vaughan e Niko Henrichon.



A arte de Leões de Bagdá por Niko Henrichon

Desenhada por Niko Henrichon, esse quadrinho, acompanha de forma a trajetória desse animais em seu último dia de cativeiro rumo a liberdade.

Os desenhos de Henrichon trabalham com uma textura que faz sua arte parecer tangível, o leitor consegue sentir o clima, o ambiente, por vezes, os tons avermelhados dão a sensação de poeira no ar, e as páginas com tons esverdeados, aquele alívio de ar puro, nós levando a sentir o que os leões sentem.

Essa e outra característica interessante no traço de Niko Henrichon, que em alguns momentos pode parecer, na minha visão leiga, mal finalizada, mas mesmo assim é  muito expressiva.

Conseguimos identificar cada personagem dentro da história, e a expressão fácil, mesmo em feras como leões, macacos, servos, ursos e pássaros, é tão emocional, é possível entender, raiva, medo, e felicidade naqueles animais.



Brian K. Vaughan faz um épico em Os Leões de Bagdá 


Na história escrita por Vaughan, vemos os leões planejarem sua liberdade, onde o acaso (e o caos da guerra) providenciou um caminho.

Os 4 leões, percorrem uma cidade devastada, abandonada pelos humanos que acaba se tornando a savana quase selvagem para aqueles animais.

Lemos e entendemos as preocupações, os desejos e as angústias deles.

Brian K. Vaughan conta uma história de descoberta, sobrevivência e liberdade, com a habilidade que já é conhecida.


Leões de Bagdá, pintura e poema para a Liberdade


Esses dois artistas nos levam por cada página, como uma pintura e um poema selvagem, rumo ao horizonte, a liberdade.

Assim como o início da história, temos os fatos, e o desenvolvimento são apenas suposição literárias e poéticas, no encerramento desta aventura tudo nos é mostrado. 

A realidade como é, e não como gostaríamos que fosse.

Mas aqui não vou dar mais Spoilers, se te bateu a curiosidade sobre a HQ aconselho que vá ler, pois essa Leões de Bagdá é um daqueles Gibis que justificam as Histórias em Quadrinhos serem chamadas de 9° Arte.







segunda-feira, 30 de maio de 2022

A Sociedade de Star Trek é Comunista?


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Texto do amigo Eduardo Pacheco Freitas, Historiador

A Federação  é comunista?

O questionamento presente no título desse texto é, frequentemente, objeto de debates entre os fãs de Star Trek ou até mesmo de ficção científica em geral.
Vale lembrar que Star Trek é uma série diferente das outras produções do mesmo gênero, já que nos apresenta um futuro utópico em vez dos onipresentes futuros distópicos do nicho da ficção científica. 

Por isso mesmo, é natural que surjam especulações sobre a natureza dos sistemas políticos, econômicos e sociais representados pela Federação Unida de Planetas.



Afinal de contas, se a distopia é nitidamente derivada do horror e do colapso final capitalista, a utopia seria a sua antítese comunista.

Sociedade Comunista seria a base das atividades da Frota Estelar?


Antes de procurarmos responder diretamente à pergunta-título, é necessário considerarmos que Star Trek é um produto da grande e poderosa indústria cultural estadunidense.

Como tal, tem como objetivo o lucro. Tem como finalidade ser vendida no mercado interno e externo, gerando também toda uma cadeia rentável de produtos derivados, como quadrinhos, livros, roupas, colecionáveis, grandes eventos, cruzeiros...

É um negócio lucrativo para os detentores da marca Star Trek e também para uma infinidade de outros empresários em todo o mundo.



É possível falarmos ainda assim de uma sociedade comunista que seria a base das atividades da Frota Estelar e portanto da maior parte dos personagens vistos na tela?

É possível que, por trás de um produto típico da indústria cultural capitalista, ainda assim esteja escondida (ou nem tanto assim) uma ética comunista?

Nem tanto ao céu (ou espaço), nem tanto à terra.

Star Trek, por ser produto de uma grande empresa, sempre carregará traços maiores ou menores da sua filosofia. 

Mas a empresa não faz nada sozinha. 
Quem cria Star Trek são os trabalhadores intelectuais e os técnicos. Dentre os principais trabalhadores por trás do sucesso de Star Trek estão os roteiristas. 

Eles estão no centro da produção. E, como temos visto ao longo de cinco décadas, eles são em geral bastante críticos.



É a crítica social desenvolvida por gerações de roteiristas envolvidos com Star Trek que formatou a ficcional Federação Unida de Planetas e os seus valores de igualdade, liberdade, tolerância, cooperação e paz.

É a insatisfação desses roteiristas com o presente - com o ethos capitalista e imperialista - que os levou a criar, olhando para o futuro, uma das mais importantes marcas de Star Trek: a crítica ao capitalismo e o sonho de uma sociedade pós-capitalista. Ambas estão amalgamadas na Federação.

Gene Roddenberry, criador de Star Trek, era comunista?



Gene Roddenberry foi o primeiro a concebê-la como uma sociedade onde os seres humanos, convivendo com diversas espécies alienígenas (representações da diversidade étnica e cultural da humanidade) superaram as primitivas formações sociais baseadas na acumulação de riqueza. 

Podemos dizer que Roddenberry era um comunista? Não. Mas seu sonho aproxima-se de maneira impressionante ao comunismo.


Na Federação Unida de Planetas os valores principais giram em torno da cooperação e do conhecimento. 

O comandante Benjamin Sisko já elucidava essa questão logo no primeiro episódio de Deep Space Nine:

"A coisa mais importante a entender sobre os seres humanos é que o desconhecido define nossa existência. Estamos constantemente procurando, não apenas respostas a nossas perguntas, mas novas perguntas. Somos exploradores. Exploramos nossas vidas dia a dia , e exploramos a galáxia, tentando descobrir as fronteiras de nosso conhecimento, e é por isso que estou aqui — não para conquistá-los com armas ou ideias, mas para coexistir… e aprender". (DS9, Emissary, 1993).


Star Trek: Comunismo internacional e interplanetário


Além disso, a Federação se distingue por aquilo que chamaríamos dentro do movimento comunista de internacionalismo.

Ou seja, a busca por uma grande união de povos que têm como objetivo o bem comum da humanidade. Sem exploração entre homens e nações. “Uma terra sem amos: a Internacional”, descreve poeticamente o hino dos comunistas. 

Porém, o comunista sabe que o internacionalismo não é sinônimo de homogeneização cultural. Ele convive perfeitamente com as identidades nacionais, que jamais são suprimidas em benefício de um ideal abstrato de comunismo. 

Domenico Losurdo, apoiado em Gramsci, esclarece a questão: “O internacionalismo não tem nada a ver com o desconhecimento das peculiaridades e identidades nacionais que continuarão a subsistir muito depois da queda do capitalismo” (LOSURDO, 2004, p. 121–122).

Não é isso a Federação? Mas alguns críticos, pensando nesta, que claramente apresenta formas estatais, argumentarão: “na sociedade comunista o Estado deixa de existir”.



Esta é uma visão utópica e messiânica do comunismo. Ela remete ao fim da história e de toda e qualquer contradição que adviria do mundo comunista. 

Com o término das contradições capitalistas novas contradições apareceriam, sem dúvida menos intensas e cruéis como as atuais. Mas ainda existiriam. 

Há a ideia de que o Estado surge na sociedade civil e se opõe a esta, sendo, por fim, reabsorvido por essa no comunismo.

Gramsci coloca em discussão a tese de extinção do Estado apontando que a própria sociedade civil é uma forma de Estado.

Além disso, é lícito pensar que com o desenvolvimento da sociedade comunista a função repressora do Estado tende a desaparecer dando lugar às funções econômicas e culturais, que percebem enorme progresso. Obviamente, alguma forma de coerção, ainda que mínima, continuará existindo.



Não é exatamente essa forma de Estado que encontramos representada na Federação Unida de Planetas? 

Ela não é uma associação de centenas de civilizações, com diferenças culturais consideráveis, porém unidas em um propósito de cooperação e paz? 

Uma reunião de povos sob a mesma bandeira, sob um governo central (Conselho da Federação) porém cada um deles mantendo sua própria língua, cultura, práticas ancestrais etc.?

Esta total liberdade cultural que vigora sob uma única bandeira pode ser verificada tanto em nível galáctico (basta pensar em vulcanos, humanos, andorianos, telaritas etc.) quanto na Terra, quando vemos Joseph Sisko com sua culinária creole ou Picard produzindo seu vinho tipicamente francês.

Ao mesmo tempo não constatamos que o Estado conhecido como Federação Unida de Planetas deixa de lado a repressão e investe na aquisição de conhecimento e no compartilhamento de suas descobertas?

Evidentemente, há o caso dos Maquis, que possuem uma causa justa, contra o imperialismo cardassiano associado momentaneamente à Federação e são reprimidos por esta última. 



Mas não é essa uma exceção (embora vergonhosa) e que cabe perfeitamente nas contradições que ainda não cessaram e no processo de longa duração de implementação de uma sociedade não opressiva? 

De qualquer forma, lembremos que a coerção ainda existirá - mesmo que diminuta - como de fato existe na Federação.

Star Trek, Comunismo e Sociedade Pós-Capitalista



Como visto, ao perguntarmos se a Federação é uma sociedade comunista encontramos muitas dificuldades pelo caminho.

Desconsiderando os fãs incapazes de compreender que, no mínimo, a Federação assume a forma de uma sociedade pós-capitalista, alguns comunistas — em geral aqueles que atacam as revoluções russa, chinesa, vietnamita, coreana e cubana — entenderão que a resposta é não.

Afinal, para eles, não é possível o comunismo com Estado e o comunismo nacionalista, que preserva e sustenta a cultura nacional, sobretudo frente ao imperialismo.

Já para um outro tipo de comunista, dentre os quais me incluo, a resposta poderá ser afirmativa.


 
A Federação é uma forma de Estado que promove a igualdade e a liberdade como valores coetâneos e complementares, existindo como ente econômico, cultural e político pertencente a diversos povos associados. 

Embora nela ainda exista um mínimo de coerção, não há mais espaço para a opressão de classe ou contra identidades nacionais, elementos indissociáveis e indispensáveis para a construção do comunismo.


Referência

LOSURDO, Domenico. Fuga da história? A revolução russa e a revolução chinesa vistas de hoje. Rio de Janeiro: Revan, 2004.

***

Eduardo Pacheco Freitas é professor e historiador. Apresenta o canal "Apenas um Trekker".

É autor de Star Trek: Utopia e Crítica Social (2019) e O’Brien deve sofrer! (2021).

Os livros podem ser encontrados no link a seguir: https://linktr.ee/livrosstartrek

Eduardo Pacheco Freitas
Historiador (CRP-023/RS)


quarta-feira, 25 de maio de 2022

Café com Gibi 64: Mandarim #01
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Nesse episódio:

Lucantropus se junta a Laura, para falar sobre mandarim!

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sexta-feira, 20 de maio de 2022

Café com Gibi 61: Introdução do Novo Programa
Podcast, oldie, nerd, café, gibi, idiomas, mandarim


Nesse episódio:

Lucantropus se junta a Laura, para falar sobre o novo programa das Sexta-Feira. Café com Gibi + Willingtobeafool irá falar sobre curiosidades e dicas de para quem tem interesse em diversos idiomas!


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sexta-feira, 6 de maio de 2022

Eduardo Galeano, Literatura, política e mais

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Para quem não conhece Eduardo Galeano, um aviso: se você deseja ler algum livro dele fique preparado para ter sua visão de mundo radicalmente mudada (claro que este aviso vale principalmente para os coxinhas de plantão). Nota do editor: esse texto foi escrito originalmente em 2015, não existiam bolsominions ainda. O mundo era melhor.


Eduardo Galeano foi Jornalista e escritor,  com incrível transparência e sarcasmo, nos mostrou um mundo muito mais cruel e sombrio do que poderíamos imaginar mas ainda há esperança.

Seu livro mais famoso foi sem dúvida "As Veias Abertas da América Latina", onde faz um relato histórico-social de como a Europa durante a colonização, vilipendiou e massacrou (literalmente) a América Latina em busca de lucros e mais lucros, e depois na era contemporânea, é explorada pelos Estados Unidos.

Neste livro também é contada por um ângulo totalmente diferente do que a maioria sabe sobre a Guerra do Paraguai, que muitas vezes é lembrada como um grande orgulho pela nação brasileira e  seu exército (vergonha, mas em breve vem uma matéria  sobre mentiras que nos ensinaram na escola e na mídia).



Embora Galeano tenha dito que ele próprio não estava preparado na época para escrever esse livro, ele voltou ao tema e foi como se "As veias..." tivessem sua segunda parte ( ou assim é possível de se interpretar).

Este livro é o ótimo  "De pernas pro ar: A Escola do Mundo ao Avesso", livro em que Galeano faz uma incrível critica sobre toda a sociedade e seus crimes em nome do capitalismo selvagem e margens de lucro cada vez maiores.


Galeano pinta a realidade com cores vívidas,  para que nós não percamos um só detalhe.Desde trabalho infantil e sua realidade pelo mundo, guerras e invasões de países por superpotências, cultura do medo, mercado financeiro etc...

Tudo é demonstrado a luz das palavras de Galeano, com números, fatos e pesquisas que corroboram com as ideias do autor.

Galeano não escreveu só sobre assuntos de cunho político-social, também escreveu o ótimo: "Futebol ao Sol e à Sombra" uma verdadeira saga futebolística, escrita de maneira emotiva e apaixonada.


Galeano nasceu em Montevidéu 3 de setembro de 1940,  foi perseguido pela ditadura Militar Uruguaia, que se apoderou do país em 1971, se exilou na Espanha em 1973.

No exílio escreveu a Trilogia "Memória do Fogo".

Voltou ao Uruguai em 1985 com a redemocratização.

Galeano faleceu em 15 de abril de 2015.

PS: Meditando sobre como você molda sua personalidade ao longo da vida: quem você lê, realmente, importa muito.

segunda-feira, 2 de maio de 2022

6 Super Heróis dos Quadrinhos nacionais
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E aí pessoal do outro lado. Tá achando que só existe super heróis gringo? "ACHOU ERRADO OTÁRIO!", aqui na nossa terra Brasilis também temos os nossos super heróis encapuzados. E aqui vai a minha lista de 6 personagens nacionais favoritos.


Capitão 7

capitão 7 herói nacional

Criado para TV, em 1954, por Rubem Biafora e Ayres Campos. Para o gibi, Jayme Cortez, que criou Targo, um herói da selva, deu vida ao herói. 

Na origem, um casal ajuda um alienígena e em troca, ele leva e cuida do filho do casal, Carlos, em seu planeta, o sétimo planeta, lá ele ganha poderes e retorna pra terra para ajudar a população. 

O personagem teve algumas evoluções deste sua  origem, aos poucos foi ganhando poderes. Sua origem contada na TV se repetiu nos gibis. 

Nas HQs, teve muitos desenhistas, entre eles, Júlio Shimamoto, criador de Fidêncio, O Gaúcho. Os roteiros, também havia alguns artistas, um deles era Gedeone Malagola, que tem em seu currículo, uma gama de personagens, um deles é o próprio Targo, junto de Cortez. Suas histórias alternavam entre perigos do espaço e a terra.


Capitão Ninja

capitão ninja herói nacional

Saído da mente de Marcelo Cassaro, que criou outros personagens que falaremos em outra ocasião, no ano de 1991, quando o mesmo escreveu um história onde o pequeno ninja de Tony Fernandes e Wanderley FelipeVanderfel’, encontra a sua criação.

Personagem esse que já deu as caras em revistas de games, RPG (Dragão Brasil), estrelou sua própria revista, e já comandou uma equipe, a U.F.O. Team, onde ganhou uma profundidade maior, sendo um herói brincalhão para esconder algo a mais. 

Seu passado é um mistério assim como seu rosto, já que não tira a mascara para nada, nada mesmo. 

Bem humorado e folgado, lembra o Homem-Aranha nesse quesito, e o Deadpool. 

 Agora pintou a dúvida será que o o capitão se inspirou no Wade ou foi o contrário?

Judoka

judoka herói nacional

Eita Ebal! Querida editora dos antigos com suas adaptações malucas e cores trocadas.

Judoka foi um personagem livremente inspirado, no personagem gringo da Charlton (e depois da DC) Judô Master. Praticamente com a mesma origem e uniforme, apenas com a cores trocadas. 

O que acontece que a Ebal tinha os direitos de publicação do personagem da Charlton, mas a revista foi cancelada lá nos EUA, então a editora brazuca resolveu dar continuidade ela mesma, nas historias, aproveitando o personagem dessa maneira. Criação de Monteiro Filho e Pedro Anísio no ano 69.

Quebra Queixo

quebra queixo herói nacional

Criado por Marcelo campos teve sua estréia em 1992 na revista Pau Brasil. Quebra Queixo é um anti-herói barra pesada, que bate em todo mundo sem dó nem piedade pelas ruas da megalópole Nova Fronteira. 

Essas histórias são satíricas e bem humoradas, sem contar no alto grau de violência. 

Raio Negro

raio negro herói nacional

Personagem criado aos moldes dos heróis da era de prata, tem no seu perfil, um pouco de outros personagens, como Ciclope no seu visual e Lanterna Verde no seu poder.

Desenhado e escrito por Gedeone Malagola, que tem uma gama de personagens, no ano de 1966. Em sua origem, Roberto Sales, alter ego do Raio Negro, encontramos toda a origem do Lanterna Verde (anel, alienígena, piloto) trocando alguns nomes e a cor do artefato, mas isso provavelmente foi decorrido de alguma pressa em criar o personagem. 

OVERMAN



E para fechar a lista claro que não poderia faltar o maior de todos os super-heróis brasileiros, o Overman!!!

Criado  pela Laerte em 1998, com seu senso de moral próprio e uma galeria de terríveis vilões, que inclui o Maníaco Flatulento, Louva Deusa e o Capitalista Imundo, Overman se torna inesquecível pelos leitores. 

Satírico e politicamente incorreto Laerte faz como sempre e em Overman também  usa o humor para fazer principalmente uma crítica a sociedade brasileira e de quebra aos próprios quadrinhos de heróis americanos. 

Em 2008 o herói ganhou 7 animações  curtas produzidas por Daniel Messias. 

Veja uma das animações aqui:


E qual outro personagem criado em terras tupiniquins vocês se lembram?
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