quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

FIM DO MUNDO, MOMOA E BALÉ!

Texto de Lucas Pacheco
Nerd, videomaker, editor de podcasts e as vezes escritor


No review dessa semana, novidades da Netflix, seriado de balé e um filminho meio "nhé" com o Momoa.

The End of the Fucking World.

 Série britânica produzida pelo CH4 é distribuída também pela Netflix traz um plot diferente para um seriado, lembra um Assassinos por Natureza, algo relacionado à simpatia causada pelos dois fora-da-lei que acompanhamos.
 James é um garoto que tem fortes impulsos psicopatas e e Alyssa é a tipica adolescente perdida, que tem uma vida de merda junto aos pais.
 James decide em segredo que irá matar a garota e Alyssa decide que irá viajar com ele em busca de seu pai, que para ela é o único porto seguro.
 A série tem uma direção irreverente para a TV Aberta. Lembra filmes de identidade fortes como  Amélie Poulain, Submarine, Miss Sunshine entre outros.
Para quem não está acostumado com essa pegada é uma ótima porta de entrada para esses filmes.
Até o momento está com uma aceitação boa pela crítica tendo 100% de aprovação no Rotten.
4/5.




The Bad Batch.

 Um longa da Netflix altamente odiado pela crítica (o que me chocou por quê achei relativamente bom). 
 Na trama uma garota é jogada dentro de um território fechado onde apenas bandidos, assassinos e foras-da-lei vivem. De cara é pega por canibais que arrancam seu braço e perna. É salva por um andarilho mudo ( irreconhecível Jim Carrey) e levada até uma tranquila cidade, Comfort. Ela retorna para se vingar dos canibais e conhece Miami Man (Momoa). 
 A maior parte da crítica negativa foca no vazio que o filme transmite, sem nenhum tipo de conclusão. Longos Shots, zero diálogos, ações que não levam a nada. 
 O filme foi vendido como um novo Cult, algo semelhante à realidade crua que Tarantino trás em alguns de seus filmes mas não chega lá. 
 Vale a pena assistir por apenas questão de curiosidade.
2,5/5.



 Flesh and Bone.

Série Limitada do canal americano Starz (American Gods) conta a história de Claire, uma bailarina com um passado sofrido e misterioso que se entrega à dança como único ponto de salvação. Em paralelo temos a história de um estúdio de balé que está prestes a ruir, sendo a única salvação essa garota. Esse seriado entra aqui apenas por dois motivos: Ela lembra muito "Whiplash" pelo fato do artista doar além da mente também o corpo em prol da arte e na pegada do diretor do estúdio que recorda o papel de J.J Simons no longo do baterista. Para quem é órfão de "Cisne Negro" quem sabe sirva como um conforto.


3,5/5.


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