O Irlandês - Mini Analise wasd

 

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Aqui André, de apelido Jesus, nick Etrigunn. 

As mini análises do Wasd Space são pequenas dicas de no máximo 2200 caracteres de tudo que possa ser pertinente de produtos audiovisuais.

 Espero que gostem.

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O Irlandês (The irishman)
2019
Martin Scorsese
219 min

O Irlandês tem um roteiro que passou na mão de todo mundo.

 Scorsese ficou anos tentando
achar algum estúdio que bancasse a epopéia de Frank Sheeran, um famoso leão de chácara da máfia que atuou de 1950 em diante. 

O famoso gangster do pós-guerra precisou ser retratado ao longo dos anos, não sei se isso era um impedimento para os estúdios comprarem o projeto, o fato é que o filme foi lançado somente em 2019, e isso foi bom para a produção.

Robert DeNiro, Al Pacino e Joe Pesci tiveram suas caras mapeadas para serem usadas nas cenas que atravessam eras. O quê normalmente fica ruim. Nesse filme, é notável a diferença, mas não é algo que incomoda. O público se acostuma ao longo das 3 horas e 39 minutos de
filme. Sim, é longo. Esse parece ser um outro motivo para a negação de hollywood e virou piada nas redes sociais. Já que quem comprou a briga foi o Netflix. Não existem mais filmes tão longos no circuito comercial, não existe mais motivo para as pessoas ficarem tanto tempo em
uma sala de cinema. Mesmo eu já, o filme mais longo que tinha visto é Apocalypse Now Redux, que tem 3 horas e 22 minutos, e eu gostei. É, não sou tão cinéfilo, existem filmes maiores.

Na tela, nada de novo. Ainda mais se falando de Scorsese. Segue fielmente a linha de Os Bons Companheiros e Cassino. Pra mim, nesse ponto, chegou a irritar a semelhança de estrutura e ritmo. 

Inclusive os fatos que acontecem no filme, guardadas as devidas proporções. Enfim, a
clássica jornada do mafioso: problemas nos negócios, problemas no casamento, a família pedindo coisas, ele escondendo que é mafioso, traição dos amigos, mortes, decadência, solidão. Aqui, tudo feito com máscaras digitais. E é isso.

NOTA: 9 ...apesar de repetitivo.

 Martin Scorsese ainda é um dos melhores diretores da história.
E nunca, nunca, nunca mesmo, errou.

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